Taís

Recolher-se.

Passamos por diversos processos que possibilitam nosso crescimento e aprimoramento íntimo. Estes, são árduos. Por vezes impulsionado por algo dolorido, solitário, mas, o resultado é resignificador. Só neste processo enxergamos toda imensidão de maravilhas que carregamos dentro de nossa essência.

É como aconchegar nosso corpo num casulo, curando as feridas que outros fizeram por ele ser como é. E curando nossas próprias percepções erradas que, ao longo de uma vida, estabelecemos sobre ele.

Desabrochar-se

Passado a dor, curando incertezas. Sozinha, mas mais acompanhada de si. O preparo é para encarar o externo – aqueles que não se curaram e provavelmente atacarão novamente seu novo você. É como se o seu bem incomodasse os demais. Mas fragilidade não acompanha mais suas novas asas.

Taís, esteve neste meio evolutivo por cerca de 4 anos, entendendo seu corpo e sua essência. Entendendo que o externo social ou midiático jamais entenderia o real significado de trajetórias do nosso corpo e da palavra gorda.

Com sua história e fundamento, você é referência para outras mulheres. Autoestima não se define no manequim.

Texto: Rosângela Lira
Fotos: Jessica Chamma e Felipe Mariano
Maquiagem: Roberta Campos
Vídeo e edição: Felipe Mariano